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Professor Joao Zafalao

Foto de Joao Luis Dias Zafalao
Professor Joao Zafalao
Joao Luis Dias Zafalao (nome civil)
6 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PSOL
47 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Professor Joao Zafalao (João Luís Dias Zafalão) disputou 6 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual, vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 5.511 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), materiais de expediente (R$ 10 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2014 (41% com serviços de terceiros) e R$ 23 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

5.511 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Joao Luis Dias Zafalao em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 47 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos contratados

Professor Joao Zafalao declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, vereador em São Paulo (SP) em 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e materiais de expediente (R$ 10 mil). Em 2014, 41% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 64% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 47 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 42 milcontratados
Gastos em 2014R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2012, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
8 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 21% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 19% · pessoas 23% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 42 mil
pago: R$ 38 mil (89%)
  • Materiais impressosR$ 18 mil41,5%
  • Materiais de expedienteR$ 10 mil23,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 9 mil22,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil7,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil5,7%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil41,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil23,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil23,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3004,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 5878,1%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 89% · pessoas 1% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil63,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil21,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil8,9%
  • Locação de imóveisR$ 4772,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 8543,7%
Ver a campanha anterior
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 20% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3651,6%
  • AlimentaçãoR$ 2531,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 22 mil97,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.