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Giva

Foto de Givanildo Manoel da Silva
Giva
Givanildo Manoel da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2016 · PSOL
48 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Professor e Instrutor de Formação Profissional

Giva (Givanildo Manoel da Silva) disputou 4 eleições entre 2006 e 2016, para vereador, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 3.537 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 27 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2014 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 15 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

2.486 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Givanildo Manoel da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 28 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados

Giva declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 27 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2014, 53% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 55% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 28 milcontratados
Gastos em 2014R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 4% · pessoas 96%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil38,2%
  • Materiais impressosR$ 8 mil26,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil10,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil9,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil15,9%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 73% · empresas 27%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil52,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil24,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil22,9%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
44 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil55,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil22,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil22,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.