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Pedro Kaka

Foto de Pedro Massami Kikudome
Pedro Kaka
Pedro Massami Kikudome (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PODE
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Pedro Kaka (Pedro Massami Kikudome) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 32.971 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 582 mil em receitas: R$ 544 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 36 mil de doações privadas (28 doadores). Os gastos contratados somam R$ 580 mil, principalmente com pessoal (R$ 398 mil), correspondências e despesas postais (R$ 58 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 312 mil em 2014 (48% com pessoal) e R$ 429 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

24.541 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Pedro Massami Kikudome em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 582 mil em receitas · R$ 580 mil em gastos

Pedro Kaka declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 582 mil em receitas: R$ 544 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 36 mil de doações privadas (28 doadores). Os gastos contratados somam R$ 580 mil, principalmente com pessoal (R$ 398 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 58 mil). Em 2014, 48% dos R$ 312 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 429 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 582 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 580 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 312 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 582 mil
28 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 580 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 398 mil68,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 58 mil9,9%
  • Materiais impressosR$ 32 mil5,4%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil4,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 42 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 68 mil11,7%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 312 mil
25 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 44% · pessoas 31% · empresas menos de 1% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 312 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 151 mil48,3%
  • Materiais impressosR$ 105 mil33,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil8,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 8 mil2,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil7,3%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
58 doadores pessoas físicas
partido 7% · pessoas 10% · empresas 8% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 429 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 132 mil30,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 129 mil30,2%
  • Materiais impressosR$ 85 mil19,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil3,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 67 mil15,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.