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Dalva de Oliveira

Foto de Dalva de Oliveira
Dalva de Oliveira
2 eleições entre 2012 e 2014 · PRB
61 anos em 2014 · Feminino · Superior incompleto
Artesão

Dalva de Oliveira disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputada federal e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereadora em São Paulo/SP: 612 votos. Na campanha de 2014 para deputada federal por SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 800) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 769). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 54% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

118 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Dalva de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Dalva de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2012, e deputada federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 800). Em 2012, 54% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputada federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 74%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil58,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 80015,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 76914,5%
  • Materiais impressosR$ 63512,0%
2012Vereadora, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 76% · empresas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil54,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil34,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2637,6%
  • Locação de imóveisR$ 802,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 381,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.