Coité do Açougue (Joao Fresneda Zancheta) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em São Paulo/SP, com 4.458 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 663).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 9 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados
Coité do Açougue declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil).
partido e outras campanhas 18% · pessoas 36% · empresas 35% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil58,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil16,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6639,2%
Publicidade por carros de somR$ 5928,2%
Outras 3 categoriasinclui R$ 324 lançados como "diversas a especificar" e R$ 17 doados a outros candidatos e partidosR$ 5697,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.