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Cícero de Holamba

Foto de Cicero de Holanda Cavalcante
Cícero de Holamba
Cicero de Holanda Cavalcante (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSDC
73 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante

Cícero de Holamba (Cícero de Holanda Cavalcante) disputou 4 eleições entre 2008 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 708 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil), publicidade por adesivos (R$ 678) e publicidade por materiais impressos (R$ 421). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2014 (45% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

274 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Cicero de Holanda Cavalcante em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Cícero de Holamba declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 678). Em 2014, 45% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 77% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 69% · partido e outras campanhas 23% · pessoas 2% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil69,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 67814,0%
  • Materiais impressosR$ 4218,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4008,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 70,1%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 31% · empresas 5% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil44,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil37,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6389,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5007,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 340,5%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 52%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil76,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 42522,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70,4%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
partido 17% · empresas 34% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3201,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 800,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil98,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.