Guilherme

Foto de Guilherme Marcio Felizardo
Guilherme
Guilherme Marcio Felizardo (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2012 · PV
44 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Guilherme (Guilherme Marcio Felizardo) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santa Rosa de Viterbo em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Santa Rosa de Viterbo/SP: 562 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Santa Rosa de Viterbo/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 84 de outras campanhas, R$ 650 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 840). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

251 votos em 2012 (anulados) · 2 eleições

A votação de Guilherme Marcio Felizardo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Guilherme declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Rosa de Viterbo (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 84 de outras campanhas, R$ 650 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 840). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 22% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil63,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 84036,1%
2008Vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 7% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 60439,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 34722,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 20613,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1036,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 26117,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892