Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cassinho (Cassio de Assis Cunha Neto) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Santa Rosa de Viterbo/SP e foi eleito com 7.629 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Santa Rosa de Viterbo/SP, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 74 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 128 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos contratados
Cassinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Santa Rosa de Viterbo (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 74 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil).
partido 20% · pessoas 18% · empresas 4% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 42 mil60,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil8,5%
Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil5,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil5,0%
Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil20,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.