Cidinha

Foto de Maria Aparecida da Silva Pontelli
Cidinha
Maria Aparecida da Silva Pontelli (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2012 · último partido PSD
53 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Municipal
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cidinha (Maria Aparecida da Silva Pontelli) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de Sagres em 2008; vereadora de Sagres em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Sagres/SP: 693 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Sagres/SP, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 464 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

693 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Maria Aparecida da Silva Pontelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 43 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Cidinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Sagres (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 464 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).

Receitas em 2012R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 24 milcontratados
Campanhas12012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeita, Sagres (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 35% · empresas 1% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil39,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil19,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil12,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil6,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892