Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nequinho (Benedito Manoel de Morais) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Redenção da Serra em 2012; vice-prefeito de Redenção da Serra em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Redenção da Serra/SP: 1.815 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Redenção da Serra/SP, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 40 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
1.815 votos em 2012 (eleito) · 4 eleições
A votação de Benedito Manoel de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 52 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos contratados
Nequinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Redenção da Serra (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 40 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil31,7%
Materiais impressosR$ 7 mil25,1%
Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil6,7%
Outras 1 categoriainclui R$ 11 lançados como "diversas a especificar"R$ 11menos de 0,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO2.240LRedenção da Serra, São Paulo · 52 anos · Superior completo · Contador · PMDB · nº 12 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LRedenção da Serra, São Paulo · 44 anos · Superior completo · Contador · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSDB / PMDB / PT / PSB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.