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Joaquim da Vassoura

Foto de Joaquim de Santana Neto
Joaquim da Vassoura
Joaquim de Santana Neto (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PT
83 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor

Joaquim da Vassoura (Joaquim de Santana Neto) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Presidente Venceslau/SP: 23 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Presidente Venceslau/SP, declarou R$ 530 em receitas: R$ 50 de doações privadas e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 530, principalmente com serviços de terceiros (R$ 230), publicidade por materiais impressos (R$ 220) e combustíveis e lubrificantes (R$ 68). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.

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Evolução da votação nas eleições

23 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Joaquim de Santana Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 530 em receitas · R$ 530 em gastos contratados

Joaquim da Vassoura declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Presidente Venceslau (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 530 em receitas: R$ 50 de doações privadas e R$ 480 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 530, principalmente com serviços de terceiros (R$ 230) e publicidade por materiais impressos (R$ 220). Em 2012, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 530campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 530contratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Presidente Venceslau (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 530
doações de pessoas
pessoas 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 530
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 23043,4%
  • Materiais impressosR$ 22041,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6812,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 122,2%
2012Vereador, Presidente Venceslau (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 7% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 84332,7%
  • Bens permanentesR$ 80531,2%
  • Materiais impressosR$ 58222,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1405,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 111 lançados como "diversas a especificar"R$ 2118,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.