Paula Professora (Paula Adriana Pungi) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Mococa/SP: 92 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em Mococa/SP, declarou R$ 937 em receitas: R$ 507 de outras campanhas e R$ 430 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 925, principalmente com serviços de terceiros (R$ 400), publicidade por materiais impressos (R$ 370) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 82). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.
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Evolução da votação nas eleições
10 votos em 2012 · 2 eleições
A votação de Paula Adriana Pungi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 937 em receitas · R$ 925 em gastos contratados
Paula Professora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Mococa (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 937 em receitas: R$ 507 de outras campanhas e R$ 430 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 925, principalmente com serviços de terceiros (R$ 400) e publicidade por materiais impressos (R$ 370). Em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 937campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 925contratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 12% · próprios 82% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 45032,2%
Materiais impressosR$ 39027,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 25017,9%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1037,3%
Outras 2 categoriasR$ 20514,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2012SUPLENTE10LMococa, São Paulo · 39 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PSB · nº 40555 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008SUPLENTE92LMococa, São Paulo · 35 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PSB · nº 40555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.