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Sou Leo Mandato Coletivo

Foto de Elenisio de Almeida Silva
Sou Leo Mandato Coletivo
Elenisio de Almeida Silva (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PSDB
65 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Sou Leo Mandato Coletivo (Elenisio de Almeida Silva) disputou 7 eleições entre 2004 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Mauá/SP: 2.121 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Mauá/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 700) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2018 (63% com serviços de terceiros) e R$ 14 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

631 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Elenisio de Almeida Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Sou Leo Mandato Coletivo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Mauá (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 700). Em 2018, 63% dos R$ 12 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, R$ 14 mil em gastos contratados.

Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 20% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 3 mil61,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 70016,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50011,6%
  • Materiais impressosR$ 46410,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 240,6%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
FEFC 35% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 29%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil62,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,3%
  • PessoalR$ 2 mil13,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5004,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 1501,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 44% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil31,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil25,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil14,8%
  • PessoalR$ 2 mil11,1%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil16,2%
2012Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 62% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil71,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil17,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8113,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6002,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 9534,6%
2008Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 47% · empresas 31% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil73,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil12,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 780,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil13,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.