Dr Marino

Foto de Marino Bovolenta Junior
Dr Marino
Marino Bovolenta Junior (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico

Dr Marino (Marino Bovolenta Junior) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Lins em 2016, 2012 e 2008; vereador de Getulina em 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Lins/SP: 940 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Lins/SP, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 980) e pessoal (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2012 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

362 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Marino Bovolenta Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Dr Marino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Lins (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 980). Em 2012, 49% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 50% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Lins (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil45,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 98029,7%
  • PessoalR$ 50015,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3149,5%
2012Vereador, Lins (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · empresas 64% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil48,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil14,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil8,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5664,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil23,9%
2008Vereador, Lins (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 8% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil50,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 62014,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 52911,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 45010,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 61413,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892