João Batista Ribeiro

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João Batista Ribeiro
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PTB
58 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário
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João de Deus (João Batista Ribeiro) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Córrego do Bom Jesus em 2004; vice-prefeito de Córrego do Bom Jesus em 2000; vereador de Córrego do Bom Jesus em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Córrego do Bom Jesus/MG: 1.462 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Córrego do Bom Jesus/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 901 de doações privadas e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 967) e serviços de terceiros (R$ 900).

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Evolução da votação nas eleições

63 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de João Batista Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

João de Deus declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Córrego do Bom Jesus (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 901 de doações privadas e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 967).

Gastos em 2008R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Córrego do Bom Jesus (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Prefeito, Córrego do Bom Jesus (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 24% · empresas 26%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil38,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 96725,4%
  • Serviços de terceirosR$ 90023,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 46512,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 200,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Batista Ribeiro (João de Deus): candidaturas e votos · Radar do Voto