Neyval José de Andrade

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Neyval José de Andrade
5 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PTC
56 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Diretor de Empresas
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Neyval (Neyval José de Andrade) disputou 5 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Conselheiro Pena em 2008 e 2004; vereador de Conselheiro Pena em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Conselheiro Pena/MG: 7.399 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MG, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 52 mil.

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Evolução da votação nas eleições

7.399 votos em 2008 (eleito) · 5 eleições

A votação de Neyval José de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 103 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos contratados

Neyval declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Conselheiro Pena (MG) em 2008, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2008, R$ 52 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 103 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 105 milcontratados
Gastos em 2008R$ 52 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 11% · empresas 40% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 105 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 30 mil29,2%
  • Materiais impressosR$ 18 mil17,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil14,2%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil11,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil27,5%
2008Prefeito, Conselheiro Pena (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 52 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Neyval José de Andrade (Neyval): candidaturas e votos · Radar do Voto