Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Bosco Torrada (João Bosco Ribeiro) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cachoeira Paulista em 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Cachoeira Paulista/SP: 6.258 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cachoeira Paulista/SP, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 45 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e serviços contábeis (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2018 (69% com publicidade por materiais impressos) e R$ 43 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
6.258 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de João Bosco Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 157 mil em receitas · R$ 147 mil em gastos
João Bosco Torrada declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Cachoeira Paulista (SP) em 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 45 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil). Em 2018, 69% dos R$ 8 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 43 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 157 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 147 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 7% · pessoas 64% · empresas 8% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 25 mil42,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil26,5%
ComíciosR$ 7 mil12,1%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil7,2%
Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil12,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO327LCachoeira Paulista, São Paulo · 49 anos · Superior completo · Servidor Publico Federal · PDT · nº 12600 · ver resultado completo
Vereador · 1996393não eleitoLCachoeira Paulista, São Paulo · 45 anos · Dado Inexistente · PDT · nº 12623 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.