Carlos Eduardo de Moraes Cyrilo

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Carlos Eduardo de Moraes Cyrilo
2 eleições entre 2020 e 2026 · último partido MISSÃO
41 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Enfermeiro
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Cadu Moraes (MISSÃO) teve 1.094 votos para deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Cadu Moraes (Carlos Eduardo de Moraes Cyrilo) disputou 2 eleições entre 2020 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 1.094 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 668 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 883) e aquisição/doação de bens móveis ou imóveis (R$ 640). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

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Evolução da votação nas eleições

1.094 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Carlos Eduardo de Moraes Cyrilo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Cadu Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 668 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 883); R$ 4 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 4 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 4 milcontratados, parcial; R$ 4 mil pagos
Campanhas22020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 85% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 4 mil
pago até agora: R$ 4 mil (100%)
  • PessoalR$ 2 mil37,3%
  • Materiais impressosR$ 88320,3%
  • Aquisição/doação de bens móveis ou imóveisR$ 64014,7%
  • AlimentaçãoR$ 4319,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 76817,7%
2020Vereador, Nova Iguaçu (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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