Alexandre Martins

Foto de Alexandre da Silva Martins
Alexandre Martins
Alexandre da Silva Martins (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSC
50 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Martins (Alexandre da Silva Martins) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Pacatuba em 2016 e 2012; vereador de Pacatuba em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Pacatuba/SE: 5.380 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pacatuba/SE, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 51 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil), serviços de terceiros (R$ 13 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2012 e R$ 27 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

5.380 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Alexandre da Silva Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 65 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Alexandre Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Pacatuba (SE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 51 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 13 mil). Em 2012, R$ 72 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 27 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 65 milcontratados
Gastos em 2012R$ 72 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Pacatuba (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 15% · pessoas 79% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil42,1%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil19,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10 mil15,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil11,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 7 mil11,5%
2012Prefeito, Pacatuba (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 94 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 13% · empresas 67% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 27 mil37,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil20,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil16,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil8,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil17,3%
2008Prefeito, Pacatuba (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 7% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil20,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3701,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 430,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 21 mil78,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892