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China Tom

Foto de Felicio Gomes de Oliveira
China Tom
Felicio Gomes de Oliveira (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2012 · último partido PP
54 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

China Tom (Felicio Gomes de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SE: 120 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Aracaju/SE, declarou R$ 3 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 841) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2010 e R$ 5 mil em 2008.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

58 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Felicio Gomes de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

China Tom declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Aracaju (SE) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Sergipe em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 841). Em 2010, R$ 1 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2010R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2012Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil65,5%
  • Materiais impressosR$ 84126,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2006,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 591,8%
2010Deputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%
2008Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.