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Anderson Gois

Foto de Anderson Fabiano da Cruz Gois
Anderson Gois
Anderson Fabiano da Cruz Gois (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2022 · último partido UNIÃO
44 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Anderson Gois (Anderson Fabiano da Cruz Gois) disputou 5 eleições entre 2008 e 2022, para deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Aracaju/SE: 14.886 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SE, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 339 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2016 (55% com publicidade por materiais impressos) e R$ 62 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

2.190 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Anderson Fabiano da Cruz Gois em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos

Anderson Gois declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Aracaju (SE) em 2008, deputado estadual por Sergipe em 2010, vereador em Aracaju (SE) em 2012 e 2016, e deputado federal por Sergipe em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 339 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil). Em 2016, 55% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 49% dos R$ 62 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 339 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 116 mil11,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 60 mil6,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 54 mil5,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 204 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 431 mil43,1%
2016Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 30% · partido e outras campanhas 23% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil54,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil12,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil11,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil7,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil12,8%
2012Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 32% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 62 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil49,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil19,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil19,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil8,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil4,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 3% · empresas 17% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3201,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 25 mil98,7%
2008Prefeito, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 61060,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 40039,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.