Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edésio Justen disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Santo Amaro da Imperatriz em 2016 e 2008; vice-prefeito de Santo Amaro da Imperatriz em 2004; vereador de Santo Amaro da Imperatriz em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santo Amaro da Imperatriz/SC: 6.615 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santo Amaro da Imperatriz/SC, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil), publicidade por carros de som (R$ 11 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2012 (43% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 13 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
6.615 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições
A votação de Edesio Justen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 84 mil em receitas · R$ 84 mil em gastos contratados
Edésio Justen declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Santo Amaro da Imperatriz (SC) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil) e publicidade por carros de som (R$ 11 mil). Em 2012, 43% dos R$ 46 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2008, 99% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 84 milcontratados
Gastos em 2012R$ 46 milcontratados, campanha encerrada
Outras 1 categoriainclui R$ 42 lançados como "diversas a especificar"R$ 420,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE437LSanto Amaro da Imperatriz, Santa Catarina · 46 anos · Ensino fundamental incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45666 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO383LSanto Amaro da Imperatriz, Santa Catarina · 42 anos · Ensino fundamental completo · Comerciario · PSDB · nº 45666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.