Nilson Francisco Stainsack disputou 4 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Presidente Getúlio em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SC: 61.148 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SC, declarou R$ 533 mil em receitas: R$ 364 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 160 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 527 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil), publicidade por adesivos (R$ 85 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 76 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 39 mil em 2012 e R$ 73 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
61.148 votos em 2018 · 4 eleições
A votação de Nilson Francisco Stainsack em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 533 mil em receitas · R$ 527 mil em gastos
Nilson Francisco Stainsack declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Presidente Getúlio (SC) em 2008 e 2012, e deputado federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 533 mil em receitas: R$ 364 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 160 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 527 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil) e publicidade por adesivos (R$ 85 mil). Em 2012, R$ 39 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 73 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 533 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 527 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 39 milcontratados, campanha encerrada
Outras 14 categoriasinclui R$ 976 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil59,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.