Ildo Antonini (Ildo Adão Antonini) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Chapecó em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Chapecó/SC: 2.427 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Chapecó/SC, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2012 e R$ 22 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.099 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições
A votação de Ildo Adão Antonini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 42 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos contratados
Ildo Antonini declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Chapecó (SC) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2012, R$ 31 mil em gastos contratados; em 2008, 41% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Gastos em 2016R$ 42 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 10% · pessoas menos de 1% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil40,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil20,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil7,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 1 mil6,2%
Outras 4 categoriasR$ 6 mil25,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2024—LChapecó, Santa Catarina · 76 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · UNIÃO · nº 44610 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 2016ELEITO · MÉDIA2.099LChapecó, Santa Catarina · 68 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · DEM · nº 25610 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE804LChapecó, Santa Catarina · 52 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento de Prestação de Servicos · PPB · nº 11610 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE1.072LChapecó, Santa Catarina · 48 anos · Ensino fundamental completo · PPB · nº 11610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.