Calegari

Foto de Marcos Fantineli Calegari
Calegari
Marcos Fantineli Calegari (nome civil)
7 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PSL
58 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Federal
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Calegari (Marcos Fantineli Calegari) disputou 7 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 2.788 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2016 e R$ 16 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

2.051 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Marcos Fantineli Calegari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 13 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos

Calegari declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Sapucaia do Sul (RS) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 6 mil em gastos contratados; em 2014, 52% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2018R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 9 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 12% · pessoas 27% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 9 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil57,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil42,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,2%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 7menos de 0,1%
2016Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil35,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil34,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5008,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 3676,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 82814,7%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 5% · empresas 6% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil52,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil19,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil6,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil6,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil14,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil30,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil26,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 89918,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 78115,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 4679,5%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 3% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil8,8%
  • Materiais de expedienteR$ 8725,5%
  • Locação de imóveisR$ 6254,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 11 mil69,0%
2008Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil43,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil18,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2573,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 180,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil35,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892