Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nelmo Oliveira (Nelmo Gonçalves de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santana do Livramento em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 6.460 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Santana do Livramento/RS, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Partidário, R$ 40 mil de outros recursos do partido e R$ 6 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2010 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 16 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
6.362 votos em 2012 · 5 eleições
A votação de Nelmo Gonçalves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 166 mil em receitas · R$ 153 mil em gastos contratados
Nelmo Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Santana do Livramento (RS) em 2008, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, e prefeito em Santana do Livramento (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Partidário, R$ 40 mil de outros recursos do partido e R$ 6 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil). Em 2010, 50% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 166 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 153 milcontratados
Gastos em 2010R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 2% · empresas 71% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 6 mil37,2%
PessoalR$ 5 mil29,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil11,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil7,7%
Outras 2 categoriasR$ 2 mil14,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2012NÃO ELEITO6.362LSantana do Livramento, Rio Grande do Sul · 46 anos · Superior completo · Vereador · PSB · nº 40 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE600LSantana do Livramento, Rio Grande do Sul · 34 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12600 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE312LSantana do Livramento, Rio Grande do Sul · 30 anos · Superior incompleto · Musico · PSDB · nº 45650 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.