Alcides Vicini disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Santa Rosa em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RS: 30.169 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Rosa/RS, declarou R$ 184 mil em receitas: R$ 97 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 83 mil), serviços de terceiros (R$ 29 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 10 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 175 mil.
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Evolução da votação nas eleições
18.715 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições
A votação de Alcides Vicini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 184 mil em receitas · R$ 183 mil em gastos contratados
Alcides Vicini declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Santa Rosa (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 184 mil em receitas: R$ 97 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 83 mil) e serviços de terceiros (R$ 29 mil). Em 2012, R$ 175 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 184 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 183 milcontratados
Gastos em 2012R$ 175 milcontratados, campanha encerrada
Fundo Partidário 14% · partido 16% · pessoas 21% · empresas 33% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 175 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 54 mil30,9%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 38 mil21,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil17,0%
Materiais impressosR$ 17 mil9,5%
Outras 9 categoriasR$ 36 mil20,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2004ELEITO19.126LSanta Rosa, Rio Grande do Sul · 59 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 2000ELEITO13.393LSanta Rosa, Rio Grande do Sul · 55 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PPB · nº 11 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE30.169GRS · 53 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PPB · nº 11245 · ver resultado completo
Coligação: PL / PPB
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE20.895GRS · 49 anos · Superior completo · Cozinheiro · PPR · nº 11245 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.