Cabral

Foto de Jackson Luiz Fagundes Cabral
Cabral
Jackson Luiz Fagundes Cabral (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · PSDB
44 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cabral (Jackson Luiz Fagundes Cabral) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Pinheiro Machado em 2016; vereador de Pinheiro Machado em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pinheiro Machado/RS: 2.647 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Pinheiro Machado/RS, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 45% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

2.647 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Jackson Luiz Fagundes Cabral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 45 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados

Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pinheiro Machado (RS) em 2008, e prefeito em Pinheiro Machado (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Em 2008, 45% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2012R$ 45 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 27 milcontratados
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Pinheiro Machado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 17% · empresas 29% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil36,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil31,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil18,2%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil7,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 143 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil6,9%
2008Vereador, Pinheiro Machado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil45,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil25,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil21,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2003,6%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 176 lançados como "diversas a especificar"R$ 2494,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892