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Rosana Oppitz

Foto de Rosana Oppitz
Rosana Oppitz
2 eleições entre 2010 e 2012 · PPS
55 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Arquiteto

Rosana Oppitz disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por RS: 1.409 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em NOVO Hamburgo/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 492 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 576) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 176). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil.

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Evolução da votação nas eleições

241 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Rosana Oppitz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Rosana Oppitz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2010, e vereadora em NOVO Hamburgo (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 492 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 576). Em 2010, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2010R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereadora, NOVO Hamburgo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil65,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 57626,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1768,1%
2010Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 39% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil28,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil16,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil14,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil13,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil27,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.