Cal do Biuna

Foto de Claudes Alves de Oliveira
Cal do Biuna
Claudes Alves de Oliveira (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PTB
49 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio incompleto
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cal do Biuna (Claudes Alves de Oliveira) disputou 4 eleições entre 1996 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Camanducaia em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Camanducaia/MG: 219 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Camanducaia/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 180 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 680, principalmente com locação de imóveis (R$ 500) e publicidade por materiais impressos (R$ 180). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

113 votos em 2012 (anulados) · 4 eleições

A votação de Claudes Alves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 680 em gastos contratados

Cal do Biuna declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Camanducaia (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 180 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 680, principalmente com locação de imóveis (R$ 500) e publicidade por materiais impressos (R$ 180). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 680contratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 66% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 680
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 50073,5%
  • Materiais impressosR$ 18026,5%
2008Vereador, Camanducaia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 40% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 53624,5%
  • Materiais impressosR$ 45020,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1918,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 743,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 93442,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892