Hildebrando

Foto de Hildebrando Santos dos Santos
Hildebrando
Hildebrando Santos dos Santos (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSB
59 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hildebrando (Hildebrando Santos dos Santos) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itaqui em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 4.433 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Itaqui/RS, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 785). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 e R$ 13 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

345 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Hildebrando Santos dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Hildebrando declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, vereador em Itaqui (RS) em 2008, 2012 e 2020, e prefeito em Itaqui (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados; em 2012, 61% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Itaqui (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 48% · pessoas 20% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil61,4%
  • Materiais impressosR$ 1 mil22,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 78512,3%
  • Serviços contábeisR$ 2003,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 681,1%
2016Prefeito, Itaqui (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 45% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil25,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil20,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 97617,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil18,3%
2012Vereador, Itaqui (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 43% · empresas 31% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil61,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9007,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 9007,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil15,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Itaqui (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 28% · empresas 30% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil32,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8324,3%
  • Materiais impressosR$ 8304,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5502,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 11 mil56,0%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 53% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil43,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil18,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil14,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8508,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 68 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil16,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892