João Paulo da Silva

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João Paulo da Silva
7 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PSD
59 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Mecânico de Manutenção
redes informadas ao TSE
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João Paulo (João Paulo da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Dom Bosco em 2012 e 2008; vereador de Dom Bosco em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Dom Bosco/MG: 1.469 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Dom Bosco/MG, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil), serviços contábeis (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2012 (62% com serviços de terceiros) e R$ 16 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

237 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de João Paulo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 16 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos

João Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Dom Bosco (MG) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 3 mil). Em 2012, 62% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, 57% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2020R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 46% · pessoas 54%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil11,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 12 mil84,7%
2012Prefeito, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
24 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 46% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil62,2%
  • Materiais impressosR$ 7955,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil32,3%
2008Prefeito, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 80% · empresas 2% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil20,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 12 mil76,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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João Paulo da Silva (João Paulo): candidaturas e votos · Radar do Voto