Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jackson (Jackson Fernando Schmidt) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Igrejinha em 2008; vice-prefeito de Igrejinha em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Igrejinha/RS: 7.972 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Igrejinha/RS, declarou R$ 180 mil em receitas: R$ 49 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 90 mil de empresas e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 37 mil) e publicidade por telemarketing (R$ 17 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 125 mil, 52% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
6.112 votos em 2012 · 4 eleições
A votação de Jackson Fernando Schmidt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 180 mil em receitas · R$ 166 mil em gastos contratados
Jackson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Igrejinha (RS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 180 mil em receitas: R$ 49 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 90 mil de empresas e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 37 mil). Em 2008, 52% dos R$ 125 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 180 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 166 milcontratados
Gastos em 2008R$ 125 milcontratados, campanha encerrada
partido 46% · pessoas 13% · empresas 34% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 125 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 65 mil51,8%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 16 mil13,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil9,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil7,3%
Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil18,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2004ELEITO9.864LIgrejinha, Rio Grande do Sul · 35 anos · Superior incompleto · Agente Administrativo · PMDB · nº 14 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LIgrejinha, Rio Grande do Sul · 31 anos · Superior incompleto · Administrador · PMDB · nº 151 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PTB / PMDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.