Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ezequiel (Ezequiel Martins) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Horizontina/RS, com 162 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Horizontina/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 84 de outros recursos do partido, R$ 650 de doações privadas (4 doadores), R$ 501 de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 501), cessão ou locação de veículos (R$ 500) e publicidade por jornais e revistas (R$ 300).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Ezequiel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Horizontina (RS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 84 de outros recursos do partido, R$ 650 de doações privadas (4 doadores), R$ 501 de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 501) e cessão ou locação de veículos (R$ 500).
partido 4% · pessoas 28% · empresas 21% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50129,6%
Cessão ou locação de veículosR$ 50029,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 30017,8%
Materiais impressosR$ 29417,4%
Outras 2 categoriasinclui R$ 45 lançados como "diversas a especificar"R$ 955,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.