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Max

Foto de Maximiliano Messias de Souza
Max
Maximiliano Messias de Souza (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PMDB
37 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Vereador

Max (Maximiliano Messias de Souza) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campo Bom em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para vereador em Campo Bom/RS: 2.146 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Bom/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 535 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 400). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 319 em 2012 (67% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.534 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Maximiliano Messias de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Max declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Bom (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 535 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2012, 67% dos R$ 319 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 319contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 24% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil60,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil25,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4007,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 3506,4%
2012Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 93%
Gasto contratado
R$ 319
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21467,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10532,9%
2008Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 11% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 55130,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1005,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 754,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 75 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil60,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.