Jair Reinheimer (Jair Valdir Reinheimer) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Campo Bom em 2004 e 2000. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Campo Bom/RS: 9.751 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Bom/RS, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 261 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (51% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
262 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Jair Valdir Reinheimer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 11 mil em receitas · R$ 300 em gastos
Jair Reinheimer declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Campo Bom (RS) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 261 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 300). Em 2012, 51% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 46% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 300campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 73% · pessoas 15% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil26,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil25,5%
Materiais impressosR$ 10 mil21,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil7,8%
Outras 7 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil18,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE262LCampo Bom, Rio Grande do Sul · 69 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Comerciante · MDB · nº 15611 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012SUPLENTE596LCampo Bom, Rio Grande do Sul · 61 anos · Ensino fundamental completo · Vereador · PMDB · nº 15611 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA1.153LCampo Bom, Rio Grande do Sul · 49 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PMDB · nº 15611 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSDB
Prefeito · 1996NÃO ELEITO9.751LCampo Bom, Rio Grande do Sul · 45 anos · Ensino médio incompleto · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.