Prof. Miriam K. Riedel

Foto de Miriam Kroeff Riedel
Prof. Miriam K. Riedel
Miriam Kroeff Riedel (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2014 · PMN
42 anos em 2014 · Feminino · Superior incompleto
Administrador

Prof. Miriam K. Riedel (Miriam Kroeff Riedel) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputada federal e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por RS: 261 votos. Na campanha de 2014 para deputada federal por RS, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 72 do Fundo Partidário, R$ 32 mil de outros recursos do partido e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 31 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 347) e pessoal (R$ 150). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 716, 42% com publicidade por jornais e revistas.

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Evolução da votação nas eleições

261 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Miriam Kroeff Riedel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados

Prof. Miriam K. Riedel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Alvorada (RS) em 2012, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 72 do Fundo Partidário, R$ 32 mil de outros recursos do partido e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 347). Em 2012, 42% dos R$ 716 em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2014R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 32 milcontratados
Gastos em 2012R$ 716contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2014Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 31 mil98,4%
  • Materiais impressosR$ 3471,1%
  • PessoalR$ 1500,5%
2012Vereadora, Alvorada (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 726
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 716
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 30041,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25735,8%
  • Materiais impressosR$ 15521,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892