Manoel Fernandes de Gois Veras

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Manoel Fernandes de Gois Veras
4 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PSB
63 anos em 2024 · Masculino · Superior incompleto
Pecuarista
redes informadas ao TSE
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Manoel Veras (Manoel Fernandes de Gois Veras) disputou 4 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Campo Grande em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Campo Grande/RN: 3.459 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Campo Grande/RN, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), serviços contábeis (R$ 13 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 64 mil em 2016 e R$ 22 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.057 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Manoel Fernandes de Gois Veras em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 60 mil em receitas · R$ 55 mil em gastos

Manoel Veras declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Grande (RN) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 13 mil). Em 2016, R$ 64 mil em gastos contratados; em 2012, 50% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 60 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 55 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 64 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Campo Grande (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · pessoas 18% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 55 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 20 mil36,8%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 180 lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil61,4%
2016Prefeito, Campo Grande (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 31% · partido 4% · pessoas 9% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil21,8%
  • Materiais impressosR$ 3 mil4,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil3,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil3,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil65,4%
2012Prefeito, Campo Grande (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 13% · empresas 37% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil50,5%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 0 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil49,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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