- Serviços de terceirosR$ 520 mil30,7%
- Materiais impressosR$ 278 mil16,4%
- Locação de imóveisR$ 8 mil0,5%
- Outras 22 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 891 mil52,5%
Sarney (José Ribamar Ferreira de Araújo Costa) disputou 9 eleições entre 1954 e 2006, para senador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 8 vezes: senador em 2006, 1998, 1990, 1978 e 1970; governador em 1965; deputado federal em 1962 e 1958. A maior votação foi em 1978, para senador por MA: 409.633 votos. Na campanha de 2006 para senador por AP, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 548 mil de outras campanhas, R$ 340 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 760 mil de empresas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 520 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 308 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 278 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Sarney Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sarney declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Amapá em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 548 mil de outras campanhas, R$ 340 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 760 mil de empresas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 520 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 308 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.