Max (Max Jose de Almeida) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Rio das Ostras/RJ, com 462 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Rio das Ostras/RJ, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 10 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 64 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos contratados
Max declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Rio das Ostras (RJ) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 10 mil).
partido e outras campanhas 25% · pessoas 12% · empresas 23% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 11 mil26,8%
Locação/cessão de bens móveisR$ 10 mil23,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil12,5%
Locação de imóveisR$ 5 mil11,2%
Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil26,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.