Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elisangela Broder (Elisângela Moreira da Cruz) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeita, vice-prefeita e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Rio das Ostras/RJ: 653 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Rio das Ostras/RJ, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 55% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
653 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de Elisangela Moreira da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados
Elisangela Broder declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rio das Ostras (RJ) em 2008, e prefeita em Rio das Ostras (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Em 2008, 55% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2012R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados
Gastos em 2008R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 23% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 5 mil55,1%
Materiais impressosR$ 96510,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 90010,2%
AlimentaçãoR$ 1261,4%
Outras 3 categoriasinclui R$ 105 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil22,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008SUPLENTE363LRio das Ostras, Rio de Janeiro · 36 anos · Ensino médio completo · Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração · PSB · nº 40456 · ver resultado completo
Vereador · 2004194não eleitoLRio das Ostras, Rio de Janeiro · 32 anos · Ensino médio completo · Tecnico Contabilidade, Estatistica, Economia Domestica e Administracao · PDT · nº 12012 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.