Pedro Rogério Vieira Cabral

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Pedro Rogério Vieira Cabral
8 eleições entre 1996 e 2022 · último partido UNIÃO
60 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Produtor Agropecuário
redes informadas ao TSE
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Rogério Cabral (Pedro Rogério Vieira Cabral) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Nova Friburgo em 2012; deputado estadual em 2006; vereador de Nova Friburgo em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 43.215 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 929 mil em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 123 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 154 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 460 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 101 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 631 mil em 2016 e R$ 939 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

14.723 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Pedro Rogério Vieira Cabral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 929 mil em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados

Rogério Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, prefeito em Nova Friburgo (RJ) em 2012 e 2016, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 929 mil em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 123 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 154 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 460 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil). Em 2016, R$ 631 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 939 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 929 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1 milhãocontratados
Gastos em 2016R$ 631 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 929 mil
39 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 13% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
pago: R$ 869 mil (86%)
  • PessoalR$ 460 mil45,4%
  • Materiais impressosR$ 157 mil15,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil2,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 371 mil36,6%
2016Prefeito, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 631 mil
188 doadores pessoas físicas
partido 1% · pessoas 79% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 631 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 155 mil24,5%
  • Materiais impressosR$ 120 mil19,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,5%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 98 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 354 mil56,0%
2012Prefeito, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 92% · pessoas 5% · empresas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 939 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 86 mil9,2%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil0,4%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 146 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 849 mil90,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 402 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 26% · empresas 12% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 402 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 85 mil21,2%
  • PessoalR$ 13 mil3,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 298 mil74,2%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 39% · empresas 32% · próprios 8% · outras 18%
Gasto contratado
R$ 119 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil23,0%
  • PessoalR$ 11 mil8,9%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 81 mil68,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2006 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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