- PessoalR$ 566 mil26,6%
- Materiais impressosR$ 461 mil21,6%
- Publicidade por adesivosR$ 399 mil18,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 215 mil10,1%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 490 mil23,0%
Marcelo Delaroli (Marcelo Jandre Delaroli) disputou 7 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Itaboraí em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Itaboraí/RJ: 116.813 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 29,3 milhões empenhados em 14 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019, para 7 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Itaboraí/RJ, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 566 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 461 mil) e publicidade por adesivos (R$ 399 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2020 e R$ 545 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Jandre Delaroli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Delaroli declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Maricá (RJ) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, e prefeito em Itaboraí (RJ) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 566 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 461 mil). Em 2020, R$ 1,2 milhão em gastos contratados; em 2016, R$ 545 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marcelo Delaroli teve R$ 29,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 14 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 7 municípios. Já foram pagos R$ 28 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (86%). As cidades que mais receberam foram Trajano de Moraes, Miracema e Carmo.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,8 milhões | R$ 14 milhões | 95% | 9 | 1 |
| 2018 | R$ 14,5 milhões | R$ 14 milhões | 96% | 5 | 6 |
| Total | R$ 29,3 milhões | R$ 27,9 milhões | 95% | 14 | 7 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.