- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil100,0%

Júlio Góes (Júlio Alves Góes) disputou 6 eleições entre 2004 e 2016, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Queimados em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 11.202 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itaboraí/RJ, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2014 (50% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 5 mil em 2012.
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A votação de Julio Alves Goes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Júlio Góes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2014, e vereador em Itaboraí (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil). Em 2014, 50% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2012, 74% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.