Rene Siqueira (Rene Siqueira Tavares) disputou 2 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 4.466 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil, 51% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
4.466 votos em 2018 · 2 eleições
A votação de Rene Siqueira Tavares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 40 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos
Rene Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campos (RJ) em 2012, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Em 2012, 51% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 29 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 75% · pessoas 23% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 8 mil51,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil47,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2001,3%
Serviços de terceirosR$ 240,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.