- Materiais impressosR$ 1 mil38,2%
- Materiais de expedienteR$ 1143,7%
- Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil58,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Brandão (Luiz Carlos Pinto Brandão) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Jataizinho em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2008, para vereador em Jataizinho/PR: 261 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Jataizinho/PR, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 150 de doações privadas, R$ 114 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e materiais de expediente (R$ 114). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 48% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Carlos Pinto Brandão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Jataizinho (PR) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 150 de doações privadas, R$ 114 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e materiais de expediente (R$ 114). Em 2008, 48% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.