- Materiais impressosR$ 8 mil15,5%
- Serviços de terceirosR$ 7 mil12,9%
- Materiais impressosR$ 2700,5%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 38 mil71,0%
Ducilene (Ducilene da Costa Amorim) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Lagoa do Barro do Piauí em 2012. Na campanha de 2012 para prefeita em Lagoa do Barro do Piauí/PI, declarou R$ 140 mil em receitas: R$ 150 de outros recursos do partido, R$ 109 mil de doações privadas (32 doadores), R$ 120 de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
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Ducilene declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Lagoa do Barro do Piauí (PI) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 140 mil em receitas: R$ 150 de outros recursos do partido, R$ 109 mil de doações privadas (32 doadores), R$ 120 de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 9 mil). Em 2008, 100% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.