- Materiais impressosR$ 21 mil58,5%
- PessoalR$ 6 mil16,9%
- AlimentaçãoR$ 4 mil12,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,4%
- Outras 1 categoriaR$ 2 mil4,2%
Djalma Paes (Djalma Souto Maior Paes Júnior) disputou 5 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Glória do Goitá em 2008; deputado federal em 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por PE: 41.627 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Glória do Goitá/PE, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil), pessoal (R$ 6 mil) e alimentação (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 108 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Djalma Souto Maior Paes Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Djalma Paes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Glória do Goitá (PE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Em 2008, R$ 108 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.