Ediglei Cordeiro

Foto de Ediglei Cordeiro Gonçalves
Ediglei Cordeiro
Ediglei Cordeiro Gonçalves (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PT
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Agente Administrativo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ediglei Cordeiro (Ediglei Cordeiro Gonçalves) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Vicente do Seridó em 2008. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PB: 364 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PB, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 300 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 70 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

4 votos em 2020 (anulados) · 5 eleições

A votação de Ediglei Cordeiro Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas

Ediglei Cordeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Vicente do Seridó (PB) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outras campanhas. Em 2012, 100% dos R$ 300 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 100% dos R$ 70 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2012R$ 300contratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Prefeito, São Vicente do Seridó (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 57% · partido e outras campanhas 43%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, São Vicente do Seridó (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 300100,0%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, São Vicente do Seridó (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 70
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 70100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892