Da Silva (Carlos Alberto da Silva) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Parauapebas/PA, com 284 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Parauapebas/PA, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 856 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 900 de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 981).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2012: R$ 15 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Da Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Parauapebas (PA) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 856 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 900 de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
partido e outras campanhas 6% · pessoas 17% · empresas 6% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil60,7%
Materiais impressosR$ 2 mil15,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9819,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6006,1%
Outras 3 categoriasinclui R$ 395 lançados como "diversas a especificar"R$ 7587,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.